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sábado, 18 de janeiro de 2014

Um bom simulacro - 17 Janeiro 2013

Lisboa acordou debaixo de uma tempestade! Houve ventos fortes, gelo, "neve", frio e muita dificuldade para as atividades diárias e adivinhavam muitas notícias.


(Imagem de retirada da foto galeria Semanário Sol

Algumas imagens, bem apanhadas, como a acima mostram a remoção do granizo em Benfica e a necessidade de accionar meios complementares (como o bobcat frente à publicidade ao Euromilhões que desafia a felicidade do transporte público), registaram-se certamente várias ocorrências no campo da emergência e que colocam todo o dispositivo de proteção civil em prova.

Não coloco em causa a eficácia do dispositivo, neste momento escrevo sem conhecimento de causa sobre as ocorrências e resposta existente.

Registo através das notícias que foram muitos os engarrafamentos, acidentes e sinais claros de alguma impreparação da nossa Grande Lisboa para responder a situações inesperadas e por isso mesmo do âmbito que poderia ser de catástrofe.

(imagem de uma sarjeta na Rua Garrett, dia 17/1/2014, 13h41)

Há algumas postagens abordava a questão da limpeza, ou falta desta, nas nossas sarjetas...desta feita é tempo de questionar o que mudou desde Agosto de 2013?

A avaliar pela altura da água, pelo nível de deslize das pessoas que passeavam no passeio estou em crer que esta limpeza anda a precisar de ser avaliada - quer em termos de eficiência, como em termos de regularidade.

Afinal de contas ninguém quer um parque aquático em pleno Chiado, notando que este não está inscrito no Plano Diretor Municipal.

Vários são os factores que contribuem para esta situação, mas acredito que o esquecimento tem sido uma nota constante - ou será que o sistema de escoamento de águas pluviais também passará para as Freguesias?

Aguardemos para ver como evoluem as coisas.


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Prevenir para não remediar I - A sarjeta sazonal

O clima temperado convida qualquer turista a uma passagem pela nossa capital por esta altura, o bom tempo permite agora tratar das obras que foram adiadas pela chuva - é agora tempo de se conhecer Lisboa e guardar memórias para a vida.

Mas ontem, à hora do almoço, subia a Rua Nova do Almada e ao olhar para a Calçada Nova de São Francisco de Assis (Chiado) vi algo que nem queria acreditar...tive mesmo de registar.

 Sarjeta presente na base da Calçada Nova de S. Francisco de Assis (com a Rua Nova do Almada)

Este é de facto um dos exemplos em como a nossa política pode sofrer de sazonalidade. Nesta altura do ano a Baixa Pombalina e o Chiado são como cartões postais da nossa cidade, afinal de contas ninguém dispensa uma foto com o Fernando (Pessoa), uma viagem no Elevador (de Santa Justa), entre outros.

Por agora esta sarjeta parece ser vítima de asfixiação por lixo (fiquei curioso como se notava bem uma fralda descartável, copos plásticos e outros objetos não identificados), imaginem se o próximo Inverno tiver a mesma carga de água que teve este último - até fez adiar as obras calendarizadas para o início desde ano. Talvez a próxima atração turística sejam as Cascatas Pombalinas, ou os rápidos do Chiado potenciais turísticos até aí desconhecidos.

Tal como nos fogos florestais que se têm propagado, em parte pela falta de limpeza dos matos públicos e privados, aqui esquecemo-nos de fazer o trabalho de casa e prevenir o futuro.

São atos simples de cidadania regularmente esquecidos, cada pequeno pedaço de lixo deitado ao chão acabou por tratar deste acumular de pequeninas coisas - revelando agora um grande problema e uma perfeita falta de respeito pelos demais cidadãos.